Talvez o músico mais importante de todos os tempos no planeta, o inglês Sir Paul McCartney compareceu com seus 83 anos de idade como atração musical do mais recente episódio do distinto programa “Saturday Night Live”, na TV americana. Obviamente, no último sábado à noite. E ao vivo.
O programa esteve a cargo das apresentações e palhaçadas costumeira do ator e humorista Will Ferrell, que levou a este último “SNL” seu “sósia”, o também conhecido Chad Smith, que vem a ser o baterista da banda californiana Red Hot Chili Peppers (piada velha, mas sempre boa).
Uma das inúmeras razões possíveis do convite a Paul McCartney para estrelar musicalmente o “Saturday Night Live” na data é que na sexta-feira dia 29 deste mês ele lança seu 21º disco solo, “The Boys of Dungeon Lane”, que traz até um dueto com o ancião baterista Ringo Starr, seu companheiro de Beatles.
No “SNL”, Paul tocou e cantou o single novo “Days We Left Behind”. O single, realmente bonito, ganhou quatro estrelas (de cinco) do jornal inglês “The Guardian”, em que o crítico, o grande Alexis Petridis aponta a capacidade de Paul em ainda lançar música relevante 21 discos solos, muitos com os Beatles, outros tantos com o Wings etc.
Falando em Wings, além de desempenhar ao vivo no programa de sábado a canção nova, Paul escolheu para também tocar a clááássica “Band on the Run”, uma das canções mais famosas do planeta, cheia de nuances.
No ano passado, Paul lançou “Man on the Run”, um filme documentário sobre a formação do Wings, banda que Paul formou com sua marcante ex-mulher, Linda McCartney, no período em que saia do sumiço pós-fim dos Beatles.
Detalhe da apresentação de Paul no “SNL”. Quem toca bateria para ele foi o chili pepper Chad Smith, porque assim fez-se o “full circle” da piada do programa. Piada?
Nos créditos do “SNL”, enquanto rolava os nomes da galera, tocaram “Coming Up”, outra canção bem famosa de Paul, no caso dos anos 80, que apareceu em seu segundo disco solo.