Brit Awards: Os prêmios, os shows , o Noel, o Geese e o Ozzy

Premiação é sempre aquela cascata, mas os britânicos costumam fazer melhor, né? E tem também as apresentações ao vivo, claro.

No sabadão aconteceu em Londres mais uma entrega do eternamente simpático Brit Awards, que entre as várias premiações para a bela Olivia Dean ainda destacou um belo tributo ao Ozzy, arranjou um prêmio de compositor para o Noel Gallagher, elegeu o Geese como melhor grupo “internacional” e a Rosalía como a artista mais significativa no ano na mesma categoria estrangeira.

O Brit, que acontece regularmente desde o começo dos anos 80 mas teve uma única edição especial nos anos 70 elegendo os Beatles como Melhor Banda e “Bohemian Rapsody”, do Queen, como melhor single, içou ainda o Wolf Alice como Melhor Banda britânica (óbvio) de 2025 e fez da Lola Young a revelação do ano.

Um dos momentos da noite foi o baterista do Geese, o único da banda na festa e a ir buscar o trofeu, que em seu discurso soltou um “Palestina Livre” que causou incômodo na transmissão da emissora ITV e foi censurado. Mas alguém da plateia filmou, postou nas redes o “I just wanted to say Free Palestine and F**k ICE and let’s go Geese”, do Max, e a censura acabou não surtindo muito efeito.

Outro ponto alto, com o mesmo Max Bassin, foi nos bastidores, quando ele disse que ficou nervoso que o Noel Gallagher estava na mesa ao lado da dele. Uma repórter perguntou se o Noel conversou com ele e ele falou que não, que tinha medo do cara haha. Mas saiu com uma fotinho com o dono do Oasis.

(Veja no fim do post.)

Uma galera boa se apresentou ao vivo no Brit, para engrossar a festa. Eis alguns dos shows. No da Rosalía, teve até a participação da Bjork.