Na semana passada, Phoebe surpreendeu geral ao fazer um show surpresa em Roswell, no Novo México. Manja Roswell, né?
Os ingressos, custando 50 dólares, foram vendidos em ordem de chegada, sem filas e sem guardar lugar. E, é claro, não foram permitidos celulares, câmeras ou qualquer tipo de equipamento eletrônico.

Graças a relatos de fãs sabemos que Phoebe não só tocou quatro faixas inéditas como atendeu todo o público, animada para sua próxima fase.
Essa foi a primeira apresentação de uma sequência e os shows seguem acontecendo, sempre anunciados no dia anterior e seguindo um roteiro peculiar de cidades com histórico de “visitas” de UFOs e aliens, indicando que o próximo disco da Bridgers pode ter um tema especial. Espacial?

Mesmo com um breve hiato, Phoebe Bridgers se mantém no topo das cantoras indies tristes. Com o sucesso de seu projeto com Julien Baker e Lucy Dacus, o trio Boygenius, Bridgers conquistou quatro Grammy’s, incluindo um troféu por seu feat. com SZA em “Ghost in the Machine”.
Seus últimos shows com seu segundo disco solo, “Punisher” (2020), foram abrindo a The Eras tour de Taylor Swift, e desde o início de 2024 Bridgers deu aquela sumida para recuperar as energias.
Rumores de seu terceiro disco estão no ar há meses, principalmente porque suas colegas de banda, Lucy e Julien, já lançaram seus discos de sequência ao acontecimento que foi “The Record” (2023), da Boygenius. E agora, PB3 está mais próximo do que nunca.
Inclusive, a artista compartilhou algumas imagens no estúdio com o britânico Matty Healy (o cantor do 1975, abaio) e o famoso produtor Jack Antonoff.
