– Pulp “no” Brasil – Sendo que este “no” é o advérbio de negação, não o de lugar. Está acontecendo o mesmo que naquele final de 2023. A cultuada banda britpopesca Pulp, de Jarvis Cocker, anunciou hoje uma turnê sulamericana para junho deste ano, com apresentações pontuados na Colômbia, Chile e Argentina. E, de novo, pulando o Brasil. Naquele final de 2023, a turma de Cocker veio tocar no espertíssimo festival chileno Primavera Fauna, de Santiago, e aproveitou para uma esticada de shows na Argentina e no Uruguai, sem data brasileira na programação. O que aconteceu lá e deve ter acontecido aqui, certamente, é quem nenhum produtor brasileiro aceitou pagar o que a banda inglesa pede para fazer um show no Brasil, com medo de não ter público suficiente para bancar o custo da empreitada de trazer o Pulp versus ingressos vendidos, sem talvez um patrocínio atrelado. Uma turnê assim, com shows latinos que até incluem o México, obviamente deve ter sido tratada de alguma maneira com produtores daqui. Mas o negócio não deve ter avançado como esperava a banda (e os produtores). Baixa o preço, Jarvis (foto “filosófica” na home da Popload.

– A banda ame-ou-odeie americana Geese andou bastante ocupada nos últimos dias se apresentando em várias locações na Austrália do bacaníssimo Laneway Festival. O rolê foi aumentado com o shows solos por clubes de lá, totalizando nove concertos em dez intensos dias de Austrália. O último show “down under” que a banda de Cameron Winter fez por lá aconteceu na espetacular e peculiar cidade de Fremantle, no sábado agora. Nessa apresentação, na hora em que foram tocar “2122”, faixa cheia de fases que abre seu disco “3D Country”, de 2023, o quarteto meteu no meio uma jam de “Highway to Hell”, dos “locais” AC/DC. Quer ver como ficou? De bônus, segue embaixo dessa um vídeo com o Geese tocando a fantástica “Au Pays du Cocaine”, do mais recente álbum, “Getting Killed”, num show no Metro Theatre em Sydney, neste giro australiano. Com Cameron Winter vestindo uma camiseta do Massive Attack. Chic.
– Há algumas horinhas, o rapper bamba americano Tyler the Creator subiu em seu Youtube o vídeo caprichado e inteiro de sua participação na última cerimônia do Grammy, no começo do mês. Foi sua performance “digna de Super Bowl”, pelos cenários, para as músicas “Thought I Was Dead” e “Sugar on My Tongue”, a primeira do “Chromakopia”, álbum de 2024, e a última de “Don’t Tap the Glass”, disco que saiu no meio do ano passado. Tyler é fera demais.